Medicina do futuro: do diagnóstico ao tratamento

O avanço da tecnologia na medicina é responsável por ter tornado curáveis doenças iminentemente fatais no passado. Sem vacinas, antibióticos, próteses, marcapassos, transplantes, exames de imagem e a capacidade de realizar complexas cirurgias e definir diagnósticos com rapidez, certamente o mundo ainda computaria um alto número de mortalidade por doenças simples e expectativa de vida muito mais baixa do que das previsões atuais.

De maneira resumida, podemos observar dois grandes pontos de vista sobre o futuro da medicina mundial. O primeiro aposta no investimento e aprimoramento das tecnologias, principalmente no conhecimento sobre as células.

Informações genéticas, sobre processos e o funcionamento celular devem permitir diagnósticos precoces e mais assertivos. Uma segunda tendência é a medicina integrada, que une conhecimentos sobre a medicina ocidental e a oriental em benefício do paciente.Atualmente, a maioria dos países ocidentais investe no diagnóstico e tratamento, enquanto os orientais focam na prevenção de doenças.

Em outras palavras, a abordagem não será apenas curativa, mas sim preventiva, buscando a relação entre hábitos de vida, bem-estar e o estado de saúde das pessoas.

É claro que nem tudo que se vê no cinema vai sair da ficção. De qualquer forma, robôs devem auxiliar ainda mais os profissionais da saúde em tarefas operacionais e na análise de dados.

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